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Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
Ivan Kallas - 0 Véio
Comentário · há 6 meses
Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
Ivan Kallas - 0 Véio
Comentário · há 8 meses
Caro Dr. Sílvio
Meu advogado dativo, a quem dou suporte peticional, diz que me divirto com os processos.
De fato, assim seria, não fossem os dissabores pessoais e familiares. Como tenho certeza de êxito, por uma forma ou outra, acabo me divertindo de fato, com a implausibilidade de nossa Justiça.

Passei em comentário acima outro caso interligado. Pois o citado acima é monstruoso. Pela origem ilegal no chamado Mensalão do BEMGE. Dados meus 50 anos de profissão lidando com variadas situações de pequeno a mega-porte na área jurídico-empresarial-tecnológica, acabo tento facilidade em lidar com situações complexas.

No caso, um débito hipotecário de 60 mil reais, já se converteu em multa por litigância de má fé de 300 mil reais onde o Juiz condenou o banco estatal sem prejuízo de futuras perdas e danos. Que podem ser irrisórias pela jurisprudência que se torna restritiva ou milionárias pelo absurdo e repercussão pública do caso. Busco parceiros com a coragem de postular ad exitum contra o banco.

Vou citar apenas os processos de raiz, pois os autos se desdobram em vários filhotes.

Autos originais contra o BEMGE, para liquidação de saldo hipotecário.
NUMERAÇÃO ÚNICA: 0447105-18.2008.8.13.0024
Após liminar em cautelar por sustação de leilão, reiteramos pedido de anulação de leilão e reipersecução do imóvel que prospera. O BEMGE praticou todos os tipos possíveis de fraude e medida protelatória estando hoje
a) protelada há dez anos a perícia requerida para apurar e quitar saldo devedor hipotecário.
b) condenação do BEMGE em multa de 300 mil reais por litigância de má fé e tentativa de invasão do imóvel, separado e junto com o condomínio com prisão ilegal do autor que resistiu. Em agravo de RESp que o TJMG julgou protelatório.
c) em exame a cominação da multa ao BEMGE e/ou Condomínio, última publicação, conclusa após manifestação do banco.

Autos desdobrados contra intervenção do BEMGE no Condomínio
NUMERAÇÃO ÚNICA: 2857653-32.2010.8.13.0024
São o caso que relatei no comentário inicial a seu artigo.
O Sr. Desembargador desconheceu jurisdição preventa, dissidência em 1a e 2a instância e Memorial do Ministro Rezek que recomendou não recorrer, pois prevalece o Acórdão favorável contra a sucumbência determinada sob fraude processual.

Existem autos criminais em curso, relativos à multa supra contra o banco, condomínio e policiais. O Ministério Público está apurando abuso de autoridade.

Existem indicados nos autos outros 1.100 casos, onde a maioria dos devedores devem ter se submetido às mesmas fraudes pelos liquidantes e prepostos do BEMGE. Se eu fosse jovem iria explorar esta "mina".

E possível que as ramificações e complexidades assuste.
Um colega da Turma Direito 1971 quer atropelar tudo atravessando uma ação de usucapião, segundo ele, indefensável. Estou aguardando o desdobramento, antes de abraçar a hipótese.

Neste caso continuarei me divertindo sozinho. Até obter sucesso.
O Véio

Ps. As citações aos dois amigos antigo e atual Juizes de Haia são de natureza pessoal e íntimas. Apreciaria discrição a respeito.
Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
Ivan Kallas - 0 Véio
Comentário · há 8 meses
Sílvio
Desculpe a demora. Passo pouco por aqui.

Contribuo com dois processos para sua análise.
Ambos tratando de "recuperação judicial" lato sensu, tendo como causador a mesma pessoa, um irmão, que em gestão fraudulenta, com suspeita denunciada de estelionato pelo Promotor, botou fora ou inviabilizou dois patrimônios da família. Em ambos existe elo de interferência da mesma pessoa.
Uma como Juiz com suspeição reconhecida, citado no comentário acima.
Outra com o mesmo ex-Juiz, agora advogado local, em denúncia de conluio com o Juiz local.

Os segundos autos são originários de Santa Rita do Sapucaí, MG.
Encontra-se em nova apelação sob NUMERAÇÃO ÚNICA: 0051481-93.2018.8.13.0596 TJMG por desacato do Juiz ao Tribunal, além de novas violações pelo magistrado.

Trata-se de ação simples de renovação de Interdito Proibitório já concedido liminarmente contra herdeiros ou ex-herdeiros há 20 anos.
Diante de nova denúncia de ameaças por ex-herdeiro distinto, inclusive com suposta suspeição do Juiz, foi pedida a renovação do interdito, com pedido de interpelação do novo violador, cominação de multa ou o que for para preservação da paz de proprietários e vários inquilinos em posse e propriedade mansa e pacífica há 20 anos.
Virou um embróglio do tipo FEBEAPÁ do saudoso Stanislaw Pontepreta.

1. O pedido foi indeferido in limine e extinto o processo sob único argumento de que
"Não há interesse em pedir interdito que se diz que já foi concedido."
Sem outro argumento ou fundamento qualquer, o Sr. Juiz desfia 3 pgs de ameaças e retaliações a autor e seus advogados.
2. Feita apelação com pedido de nulidade, o recurso restou "prejudicado" pois o Relator instaurou incidente de nulidade ex-officio, à final determinando refazer a sentença em embargos declaratórios.
3. O Magistrado desacatou e manteve a própria Sentença sob justificativa sic de que
"os embargos não se fundamentavam pois os seus fundamentos já estavam respondidos na própria Sentença" anterior a eles.
4. Interposto Agravo com pedido de julgamento da Apelação já feita, o Tribunal não conheceu.
5. Entrementes subiram aos autos documentos comprobatórios da interferência direta do Juiz ameaçando os advogados junto à OAB.
6. Aberto incidente de Suspeição o Juiz determinou o encerramento dos autos e por isso não conheceu da própria suspeição.
7. Interposta a apelação pela Suspeição, eventual nulidade ex-officio ainda vigente, ou subida do recurso anterior paralisado,
8. O Sr. Des. determinou intimar o Réu a se manifestar. Sendo este o último movimento em dezembro.
Posso lhe mandar cópia das sentenças e acórdão, caso queira.

O outro relato em comentário a seguir.

Ps. O Juiz me denunciou e a meus advogados à OAB. Consta da apelação referências formais aos amigos Francisco Rezek e Cançado Trindade, que, por analogia, estariam me estimulando a praticar o exercício ilegal da profissão.
Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
Ivan Kallas - 0 Véio
Comentário · ano passado
Parabenizo o artigo e os comentários.
Ia responder todos, mas fiquei com preguiça.

Lido com tecnologia desde os 9 anos quando meu pai, a serviço de Sinhá Moreira articulava e firmou com Ministro bilac Pinto, dep Carlos Lacerda e outros, o protocolo de criação da ETE-FMC, a primeira escola de eletrônica da América Latina e sexta do mundo.

Minha vida era sofrida como terceiro irmão, apanhando inclusive dos amigos mais velhos; Piorou.
Era ameaçado de levar tiro de raio laser, se continuasse a espiar os experimentos do porão.
Acho q de vez em quando faziam troca troca ou levavam meninas lá e não queriam bisbilhoteiro.

Também não adiantou fugir para estudo de humanidades e direito.
Aluno de Carlos Veloso, Salvio Figueiredo, amigo de Rezek e colega de Cançado Trindade. UFMG, Direito 1971. Pois fui chamado a implantar o primeiro data base FIEMG, 1970.
Oscilo de um lado p outro em implementações Sócio-Técnicas, desde entao.

Sou velho ciberneta aposentado. Apelidado Cyber Véio no LinKedin, TI Esp.
Dando pitacos lá e cá, hoje de greve no Facebook p não cometer assassinato ou suicídio eleitoral.

Felicito a todos. E incentivo que prossigam, como a bebida USEM COM MODERAÇÂO.

Mas se ficarem também malucos associem-se a meus dois projetos pé na cova.
TEORIA DO DIREITO VIRTUAL uma evolução a partir de Max Weber e
EnSInO ESCOLA DIGITAL. A vida dentro de uma bolha de SMART WORLD.
Tudo em ambiente IOT-AI de Inteligência Corporativa.
Abracem mas não sejam afoitos com tecnologia.

Como disse em um comentário abaixo. Há 40 anos caiu café nos nossos cartões perfurados e quase apanhamos de peões e engenheiros e empreiteiros porque o sistema não rodava.
Ontem caiu leite no meu laptop e estou aqui sem letras nb, barra, interrogação, del e outras.
Tentando falar estas bobagens c vcs. Imagine se fosse numa audiência.

Ou venham visitar o Hack Town - Cidade Criativa - Music Fest, que está rodando desde julho. Com eventos caseiros, populares e de alta tecnologia mundial.
Ou se preferirem venham no carnaval dançar com 12.000 turistas no bloco do Urso.
Enquanto isso vou praticando aqui meu café c leite, jurisacância, mé e cibernética.
Abraços
O Véio.

Todos os nomes citados são net-rastreáveis.
Ivan Kallas - 0 Véio, Bacharel em Direito
Ivan Kallas - 0 Véio
Comentário · ano passado
Os conflitos são a essência do poder e domínio humanos sobre a natureza.
E na informatização da Justiça não vai ser diferente.
Mais curioso é que o
CPC é o primeiro código computacional do mundo.
Mas na realidade derivou do milenar Codis Iuris Civilis
Acabam as Leis sendo um encadeado lógico de comandos, supostamente coerente.
A única diferença é que uns são escritos em juridiquês, outros usam algoritmos.
Mera questão de linguagem. Desde a antiguidade se busca a forma de expressão universal.
Hoje estamos encotrando. Logo todos falarão informatiquês, sem precisar tradutor.
O Véio
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