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    Sobre mim

    Cientista Sócio-Tecnológico
    Direito 1971. ICT 1968.
    MBA UFMG 1978.

    PhD Equivalence International Affairs, OU-USA 1984.

    Pós-Doutorado auto-didata FAI-SRS, MG, Vale Eletrônica 1997.

    Prêmio Sucesu: 3 melhores idéias em informática e telecomunicações do país.

    Notório Saber BDMG/FJP 2006. Homenagem FGV/OU-USA 2012.

    Obra: Metodologia em Sociedade Digital. Cerca de 10 livros e 200 pesquisas.

    Referendos: FIAT-IBM-MS. Mais de cem casos do micro ao mega negócio.

    Atual: Da Pedra Lascada à Cyber Vida. Décadas que mudam o mundo.

    Em edição. INATEL-SRS. Vale da Eletrônica.

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    Comentário · há 2 meses
    Caro dr Ludiney Pedroso
    Preliminarmente o parabenizo pelo artigo.

    Permito-me propor e aos colegas, questão inédita. Não me causará estranheza se preferir não enfrentar a questão. Não haverá dois casos iguais.

    SOU SOLICITADOR. LICENCIADO. EM 1971.
    Posso exercer a profissão, ainda que mais não seja em causa própria?

    Absurdo? Então, vamos situar.
    O Solicitador foi extinto pela
    lei do estágio, sendo a minha turma, Direito UFMG, 1971, a última. Depois vieram estágio e exame de ordem.

    Pedi licença à OAB,, antes de vencido o prazo de vigência.
    Sou pois um solicitador licenciado. Sob lei revogada. Tendo casualmente lido em autor de Processo Civil, que "o Solicitador é um dos que podem pleitear em juízo. SE É QUE AINDA EXISTE ALGUM." Anotei quando fazia pós-graduação no Praetorium mas não consigo resgatar este registro, nem a fonte.

    Exerci desde sempre a consultoria jurídico empresarial, posso dizer que com alguns dos melhores profissionais e escritórios do país. Quase que em toda a faixa do direito. O que eventualmente pode ser comprovado. Na realidade dei foco maior à cibernética, em aplicativos de informática. Atualmente tenho o apoio do Dr. Francisco Rezek em pleitos pessoais, em causa própria. Parece entender o Ministro, Juiz de Haia que, assim sendo, não há impeditivo, desde que cumprido o que a lei prescrevia de "ser amparado nos autos por profissional habilitado". O que faço.

    Venho mais recentemente comparecendo ao Jus Brasil sobre matéria nova de meu domínio há décadas, O DIREITO VIRTUAL. Tenho provocado o colega de turma Cançado Trindade, também de Haia, sobre a prevalência do Estado Virtual de Direito, sucessor do trio weberiano. Estado Democrático, Estado Burocrático, Estado Mutante de Direito. Agora suplantado pela cibernética, onde posso afunilar minhas duas paixóes e especialidades. Direito e Informática.

    Não é hipotética a indagação.
    Fui agora denunciado à OAB, junto com meu advogado, por exercício ilegal da profissão.
    O Juiz, além de tudo, me fulminou com INÉPCIA DA INICIAL, em pedido liminar.
    O que de nada vale, pois o Des. Alvares Cabral da Silva, TJMG fulminou sua sentença ex-officio com nulidade absoluta , dando até por prejudicado meu recurso. O que retorna os autos à Exordial.
    Sob alegação de excusa à prestação jurisdicional e sentença não motivada.

    Omito outros detalhes para não alongar.
    É caso não só raro, como único, como minha própria vida.
    Pois só 48 anos depois de formado posso exercer minhas duas especialidades e até inovar com a invasão da tecnologia no direito. Sinto-me confortável em ambas as áreas. Meus raros artigos no Jus Brasil, tentam clarear este mundo novo para advogados e cibernetas.

    Enfim, se não for perda de tempo tratar tal singularidade, agradeceria seus comentários e dos colegas.
    De qualquer forma, parabenizo sua abordagem e o nível dos debates.
    O Véio.

    https://ivankallas.jusbrasil.com.br/artigos/383100472/suprema-corte-virtual-estado-de-direito-pos-weberiano-parte-ii
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    Comentário · há 2 meses
    Caro dr Ludiney Pedroso
    Preliminarmente o parabenizo pelo artigo. Não só em si como pela matéria agregada.

    Permito-me propor, bem como aos colegas, questão única e inédita. Que, por isso mesmo, não me causará estranheza se preferi não enfrentar a questão. Não haverá dois casos iguais no país.

    SOU SOLICITADOR. LICENCIADO. EM 1971.
    Posso exercer a profissão, ainda que mais não seja em causa própria?

    Absurdo? Então, vamos situar.
    A figura do solicitador foi extinta pela
    lei do estágio, sendo a minha turma, Direito UFMG, 1971, a última a se inscrever. Depois vieram o estágio e o exame de ordem muito bem descrito e comentado.

    Pedi licença à OAB,, antes de vencido o prazo de vigência.
    Sou pois um solicitador licenciado. Sob lei revogada. Tendo casualmente lido em autor de Processo Civil, que "o Solicitador é um dos que podem pleitear em juízo. SE É QUE AINDA EXISTE ALGUM." Anotei quando fazia pós-graduação no Praetorium mas não consigo resgatar este registro, nem a fonte.

    Exerci desde sempre a consultoria jurídico empresarial, posso dizer que com alguns dos melhores profissionais e escritórios do país. Quase que em toda a faixa do direito. O que eventualmente pode ser comprovado. Na realidade dei foco maior à cibernética, em aplicativos de informática. Atualmente tenho o apoio do Dr. Francisco Rezek em pleitos pessoais, em causa própria. Parece entender o Ministro, Juiz de Haia que, assim sendo, não há impeditivo, desde que cumprido o que a lei prescrevia de "ser amparado nos autos por profissional habilitado". O que faço.

    Venho mais recentemente comparecendo ao Jus Brasil sobre matéria nova de meu domínio há décadas, O DIREITO VIRTUAL. Tenho provocado o colega de turma Cançado Trindade, também de Haia, sobre a prevalência do Estado Virtual de Direito, sucessor do trio weberiano. Estado Democrático, Estado Burocrático, Estado Mutante de Direito. Agora suplantado pela cibernética, onde posso afunilar minhas duas paixóes e especialidades. Direito e Informática.

    Não é hipotética a indagação.
    Fui agora denunciado à OAB, junto com meu advogado, por exercício ilegal da profissão.
    O Juiz, além de tudo, me fulminou com INÉPCIA DA INICIAL, em pedido liminar.
    O que de nada vale, pois o Des. Alvares Cabral da Silva, TJMG fulminou sua sentença ex-officio com nulidade absoluta , dando até por prejudicado meu recurso. O que retorna os autos à Exordial.
    Sob alegação de excusa à prestação jurisdicional e sentença não motivada.

    Omito outros detalhes para não alongar.
    É caso não só raro, como único, como minha própria vida.
    Pois só 48 anos depois de formado posso exercer minhas duas especialidades e até inovar com a invasão da tecnologia no direito. Sinto-me confortável em ambas as áreas. Meus raros artigos no Jus Brasil, tenta clarear este mundo novo para advogados e cibernetas.

    Enfim, se não for perda de tempo tratar tal singularidade, agradeceria seus comentários e dos colegas.
    De qualquer forma, parabenizo sua abordagem e o nível dos debates.
    O Véio.

    https://ivankallas.jusbrasil.com.br/artigos/383100472/suprema-corte-virtual-estado-de-direito-pos-weberiano-parte-ii

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